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AIDS: o melhor tratamento é a informação

November 29, 2017

 

No dia 1° de dezembro, vários países comemoram o Dia Mundial de Luta contra a Aids. Essa data foi instituída como forma de despertar a necessidade da prevenção, promover o entendimento sobre a pandemia e incentivar a análise sobre a aids pela sociedade e órgãos públicos. No Brasil, a data começou a ser comemorada no final dos anos 1980, envolvendo os governos federal, estaduais, distrital e municipais e organizações sociais.

 

A AIDS é uma doença crônica que atinge o sistema imunológico, podendo levar à morte quando não tratada. O indivíduo que sofre de AIDS tem a sua imunidade enfraquecida contra as infecções ou tumores (câncer, por exemplo).

 

A transmissão do HIV ocorre por meio do sangue, sêmen (também o líquido seminal que escorre no início da ereção), secreções vaginais e leite, da mãe para o recém-nascido ao amamentar, por isso recomenda-se a não amamentação quando a mãe tem o HIV.

 

A AIDS ainda não tem cura e nenhuma vacina de prevenção ou contra ela, apenas tratamento. Apesar de estar presente no mundo todo, sua maior ocorrência é na África subsahariana.

 

Após o contágio pelo vírus HIV, os sintomas da AIDS podem demorar até 10 anos para se manifestar, por esta razão, a pessoa pode ter o vírus mas não a AIDS ainda em seu corpo. O organismo leva de 30 a 60 dias após a infecção para produzir anticorpos anti-HIV. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal estar, devido a isso, a maioria dos casos passa despercebida. Entre os principais sintomas estão:

  • Diarreia prolongada, sem causa aparente.

  • Emagrecimento.

  • Fraqueza.

  • Febre alta.

  • Problemas nos pulmões e dificuldades no desenvolvimento aparecem em crianças que nascem infectadas.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

O médico infectologista é o responsável por diagnosticar a AIDS. A Fundação Oswaldo Cruz, do Ministério da Saúde, é a responsável pelos testes de diagnóstico da infecção por HIV e são realizados gratuitamente nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), bem como nas unidades das redes públicas de saúde, além de várias maternidades do país.

 

Ainda não foi descoberta nenhuma cura para esta doença. Ela tem tratamento para que o paciente tenha uma qualidade de vida melhor, os chamados “antirretrovirais”, estes surgiram na década de 1980, para impedir a multiplicação do vírus HIV no organismo.

 

Eles não matam o vírus, mas ajudam a evitar o enfraquecimento do sistema imunológico do paciente. Por isso, seu uso é fundamental para aumentar o tempo e a qualidade de vida de quem é diagnosticado com a AIDS.

 

No Brasil, o coquetel “anti-aids” é distribuído gratuitamente desde 1996 para todos que necessitam do tratamento. Segundo dados de 2015, 455 mil pessoas estavam em uso dos remédios para tratar a doença. 

 

Para evitar a transmissão da AIDS, o método mais recomendado é o uso de preservativos durante a relação sexual, bem como o uso de seringas e agulhas descartáveis. Outras medidas consistem em testar previamente o sangue a ser transfundido e usar luvas quando for manipular feridas ou líquidos potencialmente contaminados.

Confira também 5 medidas para se prevenir do vírus HIV:

  1. Usar preservativo, masculino ou feminino em todo contato sexual.

  2. Usar além o preservativo, espermicida em spray à base de nonoxinol-9 para aumentar a proteção, se tiver contato sexual com paciente HIV positivo.

  3. Não compartilhar seringas.

  4. Evitar o contato com sangue ou secreções de um indivíduo contaminado.

  5. Identificar e tratar qualquer doença sexualmente transmissível, pois elas aumentam o risco de contaminação com o vírus HIV.

Importante!
 

Beijar ou encostar um paciente com AIDS não significa que a pessoa saudável pegará o vírus. Isso só ocorre se houver sangramento em ambas as bocas ou ferimentos com ferimentos.

 

O HIV pode ser transmitido pelo sangue, esperma e secreção vaginal, pelo leite materno, ou transfusão de sangue contaminado. O portador do HIV, mesmo sem apresentar os sintomas da AIDS, pode transmitir o vírus, por isso, a importância do uso de preservativo em todas as relações sexuais.

 

Com isso, podemos conviver com uma pessoa portadora do HIV ou da AIDS. Podemos beijar, abraçar, dar carinho e compartilhar do mesmo espaço físico sem ter medo de pegar o vírus da AIDS.

 

Quanto mais respeito e carinho dermos a quem vive com HIV ou a AIDS será de grande auxílio para o tratamento, afinal, o convívio social é muito importante para o aumento da autoestima das pessoas e, consequentemente, faz com que elas cuidem melhor da sua saúde.

 

 

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